RADIESTESIA

Ciência, Misticismo, Ferramenta?

Quando falamos em Radiestesia estamos falando de “força da mente” - tornar-se uma “antena de captação das mais variadas freqüências de energia”.


A Radiestesia nada tem a ver com religião ou crenças. Usar a mente, treinar a mente, isto confere excelência a um Radiestesista. Ela é valiosa, e sua prática consiste do desenvolvimento técnico da sensibilidade das radiações - (RADIUS = radiação e AESTHESIS = sensibilidade).


É um instrumento muito valioso, adequado a diversas modalidades de pesquisa para diagnóstico, dentre elas a, radiestesia terapêutica (medicina humana e veterinária, radiestesia hidromineral, Tele-radiestesia, Geobiologia, Bioarquitetônica, Empresarial, Agrícola/ecológica, etc.


Como ciência milenar, vem estudando as vibrações de energia do Universo, do ambiente em que vivemos e dos seres vivos. Essa técnica tem alcançado alto grau de desenvolvimento através de seus profissionais, permitindo realizar qualquer tipo de investigação, de qualquer natureza. Tudo o que existe e tem forma (vivo ou não), vibra com freqüência própria, produzindo os mais variados tipos de radiação (energia irradiada a partir de um ponto). Nos permite, através do efeito de ressonância detectar, comparar e classificar estas radiações, indicando qual a melhor forma de aproveitá-las ou trata-las.


Sua prática, parte inicialmente da utilização de um pêndulo através de sensibilizações provocadas por micro-vibrações. Estas percorrem os circuitos nervosos dos membros superiores do radiestesista, estimulando e produzindo micro-movimentos polarizados e que, aliados a respostas reativas do nosso inconsciente, se traduzem em oscilações de um pêndulo que funciona como amplificador das radiações receptadas. Este é o segredo que explica o movimento do pêndulo radiestésico.


Aliada a Radiestesia, temos a Radiônica que estuda a prática da emissão e recepção de ondas à distância utilizando aparelhos (a exemplo do Quantec) ou circuitos pseudoeletrônicos.


Os seres vivos possuem bioeletricidade e biomagnetismo, que interagem criando um campo bioeletromagnético. Este campo é o bioplasma (terminologia russa) e constitui o chamado corpo bioplasmático. Este corpo sutil é conhecido pelos místicos como corpo etérico, corpo vital, duplo etérico, etc.


O corpo bioplasmático é que absorve a energia vital por meio dos seus centros de força, os chakras. Esse prana flui por meio dos canais bioplasmáticos (nadis) e vai vitalizar o sistema nervoso, as glândulas e finalmente, o sangue. O prana (energia vital) é um princípio vital organizador que, por meio dos chakras do corpo etérico, exerce uma profunda ação sobre o corpo físico.

O campo bioplasmático é de natureza eletromagnética e constitui o biocampo responsável pela vida ao nível físico. As energias provindas do corpo astral só podem atuar no biológico (corpo físico) por meio do corpo bioplasmático (corpo etérico).


Graças aos nossos “biosensores” temos a capacidade de “sentir” qualquer tipo de energia vinda de pessoas, animais, imóveis, comidas, objetos, sendo isto uma faculdade de qualquer ser humano, mas infelizmente nem todos “enxergam” o seu sentir e atribuem estes sentimentos ao acaso, a coincidência.


O treino faz o radiestesista! Ser sensível as energias, não significa que somos melhores ou temos o “dom”. Trabalhamos, treinamos anos com organização e disciplina para chegarmos ao ponto de nos tornarmos pesquisadores afinados.


A equipe Vórtice busca seguir os princípios éticos e técnicos, no campo da radiestesia e radiônica, pautados pela ABRAD - Associação Brasileira de Radiestesia.

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